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UM PAR DE BOTAS

UM PAR DE BOTAS

9:38'39''88

Caminheiros, Foi sem dúvida a jornada mais dolorosa em que já participei. Foram quase 10 horas a caminhar. Apenas 1 hora de "tempo parado". Eu e o Pé de chumbo, fomos prós lados de Espanha, quer dizer pra Galiza:). Deixamos o carro junto à fronteira. Começamos a descer até Vila Meã, eram já 9:30. Como se diz "a descer todos os santos ajudam". Até Vila Meã foi muito fácil. Encontramos uns espanhois (na Geira) em sentido inverso que queriam ver os miliários com cara de mt cansados (estavam alojados nas Termas de Lóbios). Chegamos a Vila Meã e subimos até à Ermida da Shª do Xurez, uns 3km. Aí paramos para almoçar e ver a beleza da paisagem em redor. Foi relaxante esta pequena pausa. Começamos a subir até à Mina de las Sombras eram 12:15. O início é penoso. Depois é sempre, sempre a subir até ao cimo. É um percurso mt bonito de ver. O Pé de chumbo fartou-se de dizer" isto é que é lindo, lindo" "é de mais"... É verdade a paisagem é mt agradável. Com várias pequenas quedas de água..mt limpida. Chegamos às minas por volta as 14 horas (?). Estivemos a ver o local de trabalhos dos antigos mineiros galegos. Os seus instrumentos, as suas habitações, os seus pequenos campos de cultivo. Só não vimos foi o caminho de ligação às Minas dos Carris portugueses. Com as informações que tinhamos connosco não chegava para decifrar o problema. A solução foi mandar SMS ao sr. Miguel Moreira dos "Amigos da Chão". (Muito obrigada pelas sms's) Andamos num sobe e desce enquanto estavamos a espera da resposta. E foi a morte do artista:P.Ficamos mt cansados. Até que no cimo do monte (mt alto) vimos 6 caminheiros a descer em direcção às Minas. Ficamos a espera. Quando chegaram, e após umas trocas de informações/opiniões ficamos a saber que eram o grupo que tinham saído a quando a nós mas em sentido inverso (eles subir pelos Carris até às Minas). Despedimo-nos do grupo e íamos ver quem era o 1º grupo a chegar à Portela do Homem. Lá continuamos a subir, já com mts poucas forças (falo por mim). Chegamos ao cimo do Monte, e chegamos à fronteira. Curioso que um passo em frente a hora andava pra trás :P Tentamos olhar em redor para ver os "picos" dos Carris e nada, nada. Andamos às voltas e nada. As forças estavam cada vez mais em baixo, e então resolvi por termo à caminhada. Começamos a descer pelo mesmo caminho que subimos. Já estava a utilizar as forças de reserva. Mas o animo da descida deram-me forças. Chegamos a Vila Meã eram 18.30. Ainda tinhamos que ir até à Portela do Homem (+- 9 km). Pensamos pedir boleia ou apanhar um táxi..mas nada! Começamos a penosa subida até Portugal. Cada vez mais cansados, e tentando pedir boleira, parámos em Torneiros(?) para comprar água. Não havia, só gasosa (hihihi). Bem, já não bebia gasosa à anos, mas era o que havia para matar a mt sede. Por volta das 18:50 apareceu um táxi. E lá fomos serra acima até à Portela. Foram os 6 euros mais bem gastos nestes últimos tempos (apesar de ter sido cara a viagem). Chegamos a Portugal, e ao carro. Aleluia, aleluia..... Todos os musculos estavam a funcionar a 100%. As dores musculares começaram a ser cada vez mais fortes. Foram 9horas e 38 minutos a andar. É obra...de doidos!:P Lá pusemos as rodas em andamento em direcção a Vila do Conde. Chegamos às 21 horas (fizemos o percurso pela A3 e A7). Tinhamos saído de casa eram 7:30 da manhã. Vida dura! Mais uma vez não conseguimos completar o circuito: Portela - Vila Meã - Minas das Sombras - Carris - Portela. Fica para uma próxima...só não sei quando! Estou com muitas dores musculares (a Salta-pocinhas que vos diga), mas FOI uma Grande Aventura, lá isso FOI! Espero que o Pé de chumbo esteja melhor....hihihihi Boas caminhadas, p.s: não há fotos. Não temos máquinas fotográfica :(
publicado às 09:35

MINA DAS SOMBRAS - MINA DOS CARRIS

Caminheiros, No próximo sábado (dia 28 de Maio) iremos (tentar mais uma vez) subir aos Carris, pela parte espanhola e descer pelos Carris portugueses. É um percurso MUITO LONGO. SÓ quem estiver BEM preparado fisicamente, é que deve participar. Conto com VOCÊS... às 7:30 no parque da FEUP. Aqui vai a descrição feita pelos "AMIGOS da CHÃO": O nosso percurso iniciou-se na Vila de Vilameá, situada a 400 m de altitude, na proximidade de Lóbios. Atravessamos as suas ruas estreitas até uma fonte, onde tomamos à esquerda, o estradão que nos conduziu até à Ermida da Virgem do Xurés. Durante a subida pudemos contemplar o belo vale que recolhe as águas da serra, que desde sempre foram aproveitadas pelos moinhos, que foram sendo restaurados pelo Parque Natural, podendo-se ver alguns ainda em funcionamento no troço da rota do Rio Vilameá. A Ermida da Nossa Senhora do Xurés dedicada à Virgem do mesmo nome, que foi edificada pelos “veciños” de Riocaldo tem 600 anos, (segundo conta a tradição no lugar em que a Virgem apareceu várias vezes, ordenando a construção de um lugar de culto) quando ainda se organizavam como uma pequena república de montanha, regendo-se pelas suas próprias leis comunitárias. Nesta Ermida celebra-se uma romaria muito popular todos os anos no dia 15 de Agosto e o 8 de Setembro. Desde este ponto observa-se uma impressionante panorâmica da Serra de Stª Eufémia e o Vale do Rio Caldo. Depois da costumada foto de grupo nas traseiras da Ermida, começamos a penosa subida pelo trilho que nos levou até à Ponte de Porta Paredes, onde cruzamos o rio Vilameá, para continuar pela margem direita do mesmo, começando a subida pelo antigo caminho utilizado pelos trabalhadores da Mina das Sombras para a subida de diversos materiais. Na vegetação que podemos observar durante o percurso, domina como noutras partes do Parque Natural, giestas, urzes e carquejas, além da vegetação de ribeira, associada ao leito do rio. Durante o subida pudemos contemplar as imponentes formações rochosas característicos desta serra como a de "Baltar" e "O Fitoiro" com altitudes de 1100 e 1170 metros respectivamente. As Sombras adquiriram uma grande fama devido às suas minas de Volfrâmio (filões de quartzo com Volframita negra) que se exploraram intensamente durante a segunda Guerra Mundial, devido à sua escassez e elevado preço. Uma grande quantidade de trabalhadores deslocou-se em busca do apreciado metal, onde ainda podem ver-se as rudimentares casas utilizadas como improvisadas vivendas e posto de guarda, durante a exploração das minas, como restos dos sonhos de riqueza abandonados. Outros minerais que se podem encontrar nas Sombras são a molibdénio e o berílio de cor vermelho azulado, sem esquecer a exploração do ouro que fizeram os romanos nestas serras. Depois de uma volta pelas instalações da mina, onde ainda se podem ver as vagonetas e maquinaria abandonada, descemos até ao estradão florestal, onde nos esperavam os mais cansados, que não tiveram força ou coragem para a subida à mina. Fez-se então a necessária pausa para reabastecimento, em que se aproveitou para um breve descanso e se decidiu fazer o regresso pela Portela do Homem. O regresso fez-se pelo belo, mas extenso estradão florestal que liga a Mina das Sombras à Portela do Homem. Começamos então a descida ao longo do Rio Caldo, seguindo trechos da Geira Romana – Via Nova, até atingir mais abaixo as Termas de Riocaldo, designadas de Aquis Originis, instalada nas proximidades da fonte termal. Depois de uma pequena pausa para ver as polémicas obras de restauro das termas romanas, em que se destaca o sistema da aquecimento que consistia em câmaras construídas no subsolo, alimentadas com as águas termais, continuamos na direcção de Vilameá, passando pela enorme Estância Termal de Riocaldo - Caldaria, agora totalmente remodelada. O Balneário está unido ao Hotel e os dispões dos tratamentos praticados nos balneários de Arnoia e Laias. Contam com águas bicarbonatadas sódicas, cloradas, de fraca mineralização e hiper-termais , que se podem administrar por via tópica ou oral depois de ser submetidas a um processo de esfriamento. As águas de Riocaldo estão especialmente indicadas para processos crónicos digestivos, respiratórios, reumatológicos, dermatológicos e curas de diureses. Para além disso, as características destas aguas são aconselhadas para os tratamentos estéticos e curas de stress. Foi um extenso percurso de 32,1 Km que nos deu a conhecer aos 35 participantes um dos mais belos locais do Gerês – Xurés. mapa carris.gif mapa perfil.gif
publicado às 11:16

Fotos da caminhada à Ermida

Ermida.jpgsubida a ermida.jpgmuseu exterior.jpgmuseu da ermida.jpgmuseuII.jpgpedra dos namorados2.jpgsr.carvalhal.jpgfoto de grupo.jpg
Estas FOTOS foram cedidas pelos "AMIGOS da CHÃO" :) o nosso MUITO OBRIGADA!

Legendas: foto1: Ermida; foto2: Subida pelas Cambas à Ermida; foto3: Museu da Ermida; foto4: Interior do museu; foto5: Menir feminino; foto6: Pedra dos namorados; foto7: Sr. Carvalhal; foto8: Foto do grupo
publicado às 09:29

Pedra dos Namorados

Caminheiros, Eu e o Pé de chumbo, fomos com os "Amigos da Chão" até ao interior da Serra Amarela. Mais precisamente a Lourido e Ermida (sentido Ponte da Barca - Lindoso). Os 6,5 km do Trilho da Ermida, de dificuldade moderada, percorrem-se em cerca 4h30. Trata-se de um percurso cultural-panorâmico que parte da capela de Lourido, acompanha o rio Froufe, passa por uma vezeira (pastos de rebanhos de caprinos) e por uma zona de piscinas naturais, com cascatas, e culmina na Ermida, aldeia serrana muito rústica. Saímos de Lourido às 10:02 minutos. Choveu até então. Durante a hora seguinte não choveu. Choveu com alguma intensidade quase no cimo do monte (Ermida). Muitos dos caminheiros estavam bem molhados. No meu caso, só molhei os pés, já que a chuva entrava pelas calças. Tenho que comprar umas "caneleiras" pra chuva. Almoçamos no (único) café da aldeia. Foi agradável. Antes fomos ao Núcleo Museológico da Ermida ver a "arte e cultura" local. Além dos obejctos tradicionais locais, há 2 que são MUITO especiais: 2 Minires-humanos. Muito, muito interessante de VER. A NÃO perder! Uma das pedras tem o nome de: Pedra dos Namorados". pedra dos namorados.jpg No fim do almoço, o Sr. Carvalhal (invisual), um auto-didacta tocou acordeão prós caminheiros. Foi BOM de ouvir. Os caminheiros participaram com palmas. Fizemos um total de 14km. Foi a um ritmo agradável. Tivemos que atravessar o rio 3 vezes por pedras muito molhadas e escorregadias. Houve quem opta-se por atravessar o rio pelo meio da água...fria! 2 aspectos negativos a realçar: 1º fiz uma semi-esparregata..o que dei cabo do joelho esquerdo. E foi logo nos 1ºs 500 metros. 2º A longa paragem durante o almoço (+- 2horas). Para quem tinha os pés molhados. E o frio que se sentia pela paragem. Não era NADA agradável. Mas havia caminheiros que estavam em pior estado. Mas enfim!!! Valeu a pena caminhar. Foi agradável. Pena não termos ido aos Bilhares (Branda). Fica para a próxima. Fico a espera das fotos, cedidas pelos "Amigos da Chão". p.s: total de participantes: "UM PAR DE BOTAS e os 40 caminheiros"
publicado às 09:42

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