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UM PAR DE BOTAS

UM PAR DE BOTAS

Aldeia Mágica + Na Senda de Paivó

No próximo domingo o CLUBE DE PRATICANTES DE MONTANHISMO - UM PAR DE BOTAS vai percorrer a Serra de Arouca. Iremos para Regoufe e Drave. Vamos realizar 2 trilhos em 1. São trilhos (muito) fáceis, onde tentaremos "agrupar" novos caminheiros com pouca experiência nesta fabulosa actividade que é o pedestrianismo (na serra). O Pedestrianismo é o 1º passo para se chegar/praticar o  Montanhismo…

 

 

 

O percurso da "Aldeia Mágica" é descrito assim pela Câmara Municipal de Arouca (a quem agradecemos a disponibilidade das informações prestadas):

 

 

 

PR 14 Aldeia Mágica

 

"Deixe o carro no início de Regoufe e passeie pelas ruas tranquilas da freguesia.

Partindo da capela, siga em frente, passando pelo meio da povoação. Vire no primeiro desvio à esquerda. Caminhe cerca de 100 metros entre muros de pedra que delimitam as hortas, até atravessar uma ponte sobre a Ribeira de Regoufe. Inicie o percurso por um carreiro do lado direito, marcado por uma subida de elevada inclinação, rodeada por mato e silvados, alguns carvalhos e, por vezes, eucaliptos e pinheiros. A meio da íngreme subida passará por um conjunto de castanheiros vetustos, de troncos ocos, marca da sua longevidade. Já no topo, deixe-se surpreender pela beleza e imensidão da paisagem.

Continue por um trilho à esquerda, envolto numa paisagem agreste de montes ondulados cobertos por um manto de montes baixos. Em breve, avistará, incrustada num vale fundo, a aldeia de Drave. É por entre xistos que se fará a descida.

Na entrada de Drave começam os originais muros de pedra, construídos de forma a sustentarem o homem nestas terras de acentuado declive. Nos dias de mais calor poderá, depois da caminhada, refrescar-se nas águas da ribeira de Palhais que atravessa a aldeia.

Para voltar faça o mesmo percurso, agora no sentido inverso, até Regoufe, onde poderá visitar ainda as minas abandonadas de volfrâmio.


Drave


Rodeado de altos montes, Drave é um lugar mítico. A visão que do estradão se tem do povoado lá no fundo, é surpreendente. O Solar dos Martins e a capelinha dedicada à Nossa Senhora da Saúde destacam-se do esceta dos montes, uns atrás dos outros, a recortar-se da luz do poente, é sublime. Sublime é também a perspectiva que a seguir se tem do Vale de Paivô.
A principal festa é a Senhora da Saúde, a 15 de Agosto.

Regoufe

Do solo deste local e das montanhas que o envolvem foram extraídas e exportadas toneladas de volfrâmio, sobretudo para as Forças Aliadas, servindo para o fabrico de material bélico, uma grande parte do qual utilizado durante a II Guerra Mundial. Durante esse período, as minas foram concessionadas a empresários ingleses que faziam a sua exploração.
As principais festas e romarias são o S. Amaro, a 15 de Janeiro, e a Santa Luzia em Agosto".


Distância a percorrer - 8 km: 4 km de ida e 4 km de volta

Nível de Dificuldade - Baixo

Desníveis -
Pouco acentuados, sendo inicialmente ascendente e depois suavemente descendente até Drave.

 

  

 

 

 

O PR 13 Na Senda de Paivô

 

 

Deixe o carro na entrada da aldeia de Regoufe, porque esta não é transitável. Descubra a aldeia, percorrendo as suas ruas estreitas. Aproveite também para visitar as minas de volfrâmio abandonadas.

Para iniciar o percurso terá que atravessar a aldeia até às últimas casas, localizadas na zona oeste, onde irá encontrar um trilho. Siga por ele e um pouco mais à frente encontrará um cruzamento. Vire à esquerda.

As grandes lajes que acamam o caminho e que seguem em direcção a Covêlo de Paivó, o lugar de destino, estão profundamente marcadas pelo desgaste das incontáveis passagens dos carros de bois, a lembrar histórias já esquecidas.

Ao fim de cerca de dois quilómetros a ribeira de Regoufe junta-se ao rio Paivó, que irá acompanhá-lo até Covêlo de Paivó. Estas linhas de água marcam fortemente toda a paisagem ao longo do percurso, sulcando um vale de grande beleza.

Ao chegar a Covêlo de Paivó poderá passear pela aldeia e, mais tarde, poderá procurar a pequena praia fluvial para um merecido descanso.

Para voltar ao ponto de partida é só fazer o mesmo percurso, agora em sentido inverso.

Covêlo de Paivó

Freguesia muito antiga, cujos habitantes vivem o presente de olhos postos no futuro. Apostando numa agricultura que já não é só de subsistência, mantêm o apego às tradições: desde a malha do centeio, passando pelas desfolhadas, até à matança do porco.
As principais festas e romarias são o S. Pedro, a 29 de Junho, a Festa do Senhor, no dia de Corpo de Deus, e as Festas em honra de Nossa Senhora de Fátima e de Santo António, em Maio ou Junho.

Regoufe

Do subsolo deste lugar e das montanhas que o envolvem foram extraídas e exportadas toneladas de volfrâmio, sobretudo para as forças aliadas e que serviram para o fabrico de material bélico, utilizado, em grande parte, durante a II Guerra Mundial, período durante o qual as minas foram concessionadas a empresários Ingleses que faziam a sua exploração.
Trabalharam  aqui cerca de 1000 pessoas, oriundas de Valongo, Viseu, etc.

Distância a percorrer - 9 km: 4,5 km de ida e 4,5 km de volta

Nível de Dificuldade - Baixo

Desníveis - Pouco acentuados, sendo descendente até Covêlo

Tipo de caminho - Tradicional, lageado e bem definido

Pontos de encontro: às 8horas no parque da FEUP, e/ou às 9h15 junto ao Mosteiro de Arouca

medronho

 p.s.: ver as "tags" "conselhos úteis" e "material na mochila...e respectivos comentários/sujestões.

 

 

 

publicado às 09:31

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